Vivendo no passivo

Oi!

O título desse post é autoexplicativo e talvez pelo boom que a internet está tendo de postagens, vídeos e documentários sobre autodesenvolvimento, você ache que leu mais do mesmo. Tudo bem. Estou escrevendo sobre isso porque preciso. Porque escrever é uma parte minha que não deve ser sufocada, é minha válvula de escape.

Quem aqui já viu algo nessas andanças da internet sobre “o poder a ação”? Se você quer ter e fazer coisas, vá e faça? Eu já vi um monte. Há muito tempo tenho lutado com uma preguiça descomunal de iniciar meus projetos, estudar e fazer as coisas que eu gosto porque simplesmente ficar jogada no sofá me parece a melhor solução para todas os problemas. Uso frases internas como “você já andou tanto na fábrica hoje, vá descansar”, “você passou o dia no computador estudando, vá descansar”, “você já comeu direito hoje, pode comer uma porcariazinha na hora de jantar”, “você já pensou em tanta coisa hoje, vá ler um livro para não precisar pensar em mais nada” e por aí vai. Passei praticamente um ano repetindo esse tipo conselho no meu diálogo interno e o resultado disso não foi legal: estômago mais do que zoado, um cansaço descomunal, 6 kg a mais de gordura (inclusive estou com aquele percentual de gordura no corpo no grupo de risco mais alto) e uma vida mal vivida, para ser honesta.

E por mal vivida eu quero dizer que sou uma pessoa extrovertida na maior parte do tempo. Adoro compartilhar experiências, dar risada e discutir ideias. Tenho facilidade para isso e geralmente não me sinto drenada energeticamente após esse tipo de interação, mas sim recarregada e feliz. Preciso de momentos de solidão? Sim. Meu ascendente em peixes gosta que eu processe tudo quietinha no meu quarto escrevendo ou apenas deitada olhando para o teto. Mas meu sol é Leão e, bem, todos sabemos como leoninos funcionam. Passei a maior parte do meu tempo nos finais de semana sozinha e colocando condições para sair do tipo “não sair no meio da semana”, “não chamar os outros para o bar porque pode atrapalhar o pessoal”, “esperar que alguém me convide caso realmente queira minha presença”. Quando parei para observar isso, logo veio um “oi, por que estou fazendo isso?????” na minha cabeça. Esses condicionais só fizeram eu ter mais e mais preguiça de interação social e consequentemente me impediram de conhecer pessoas legais e fazer manutenção dos meus relacionamentos (amoroso, amizades e familiares até) que são pessoas tão importantes para mim.

Esses questionamentos nasceram com intensidade também porque ando muito ligada nesse movimento de espiritualidade e autoconhecimento que está acontecendo e tomando uma proporção maior tanto na internet como mundo a fora. Tem sido um processo gostoso (às vezes tenso), calmo e bastante lento. A autoaceitação, enxergar seus pontos fortes, tudo depende de paciência, uma virtude que pouco trabalhei durante a minha vida, mas extremamente necessária. Mudanças de mindset, buscar desenvolver novas habilidades e parar de ser uma pessoa passiva em relação às coisas que quero conquistar tem sido um grande tema aqui dentro. E isso vale desde minha carreira até meus relacionamentos interpessoais. Por que esperar vir do outro a ação? É sustentável para os relacionamentos que apenas uma pessoa tome a maior parte da ação? Não. Parece óbvio, mas quando você está dentro do redemoinho do negativismo e da preguiça tudo parece difícil demais. 

Para completar isso, recentemente coloquei uma menina para morar comigo para desafogar as contas e acabou nascendo um laço muito bonito dessa escolha. Ela é extremamente ativa, me lembra um pouco minha mãe que não consegue parar quieta no canto. Sempre tem algo para fazer, em menos de duas semanas trabalhando na fábrica (sim, trabalhamos no mesmo lugar) já conhecia mais pessoas do que eu, extremamente aberta e motivadora. “Larissa, coloca sua roupa de academia, você não vai ficar deitada no sofá”, “vamos fazer marmitas hoje no domingo para não precisarmos cozinhar na semana e comer mal”, “você não pode desistir porque ficou difícil ou porque você não gosta do esporte, seu corpo está fraco, mas quando você começar a aguentar a aula, vai ver como é legal”. Segui a onda dela e hoje estou aqui fazendo, há 1 mês, duas aulas de muay thai na semana, fazendo musculação por vontade própria (nesse ela não vai), me alimentando bem e sentindo uma disposição fora do comum. Tudo isso porque uma pessoa resolveu que não ia me deixar acomodada e resolveu dar mais energia para me mover do lugar.

Sou muito grata por isso porque sinto que saí do automático para tomar consciência e ver que se eu não fizer algo por mim, ninguém vai e é insustentável pensar que sempre vai ter alguém com energia do meu lado me motivando.

Convido vocês a saírem do automático e contarem a experiência. Adoro saber como as pessoas tem tomados atitudes para mudar porque a gente se ajuda e vê que é possível mudar. ❤

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Eu dou plantão nos meus problemas

Oi. Faz tempo que não venho aqui dar uma conversada com vocês, mas senti uma saudade latejante de escrever. Me encontro de férias em Aracaju desde o feriado da páscoa e imersa em profundidade na minha cabeça, tentando reconhecer todos os tipos de pensamento que tem aparecido aqui dentro. Com esse tanto de tempo livre, entretanto, acabo entrando em contato com meu lado mais negativo e mais pesado e isso tem me maltratado demais.

Que eu saiba, não tenho depressão, mas tenho genética para isso. Avó, tia por parte de mãe e o mundo que as vezes vem violento pra cima da gente com todas as suas expectativas são os fatores que me fazem acreditar nisso. Minha mente, em geral, é fraca e sou facilmente influenciada pela energia das pessoas ao meu redor, me tornando vulnerável a qualquer tipo de comentário. Para quem não sabe, eu sou a pessoa que quer se encaixar, que analisa inicialmente por um bom tempo para depois abrir a boca para falar alguma coisa, observando onde posso encaixar meus valores naquela conversa porque não gosto de errar e não suporto rejeição. 

Apesar de tentar fazer de tudo para lidar de forma perfeita nas situações, sou humana e cometo erros e deslizes que machucam pessoas. Palavras que solto numa conversa sem querer, atitudes que vão de encontro com aquilo que acredito, reclamações constantes que faço para minhas pessoas queridas mais próximas. Às vezes começo a acreditar que só posso estar ficando louca, o mínimo de imperfeição e feedback negativo já me deixam completamente desestabilizada. Eu absorvo a culpa de maneira irracional, uma culpa que geralmente EU crio dentro da minha cabeça, e a deixo me chicotear um dia inteiro.

“Você é um fardo”. “Você não sabe tanto”. “Você não é tão boa”. “Você não cuida bem dos seus relacionamentos”. “Você maltrata seus familiares. “Você não ajuda tanto o seu irmão quanto deveria”. “Você não é a melhor”. “Você é muito negativa”.

E daí o que me resta é sentir um aperto, que as pessoas dizem ser no coração, mas eu sinto na cabeça e na garganta. Ontem, ao invés de dormir para passar a sensação (como é costume), fui à praia com a minha mãe depois de um momento desses e fiquei uns 40 minutos no mar mergulhando sozinha. Chorei um monte lá dentro e percebi uma coisa engraçada: a força da onda não me permitia sentir as minhas lágrimas. Eu já não sabia o que era do mar e o que era meu. Naquele momento, nos tornamos um só. Me peguei pensando em quantas pessoas já tiveram suas lágrimas varridas pelo mar? Será que a lágrima de alguém me tocou naquele momento? Seria poético e estranho se sim.

Essa é a batalha que tenho de vez em quando. Ela some, depois volta com força e vai embora. Me pergunto se todo mundo tem esses momentos obscuros demais, insuportáveis por assim dizer. Me pergunto se a culpa que eu sinto por não ser otimista o tempo todo me machuca mais do que a minha real parte negativa. Me pergunto se há um desequilíbrio, se estou doente ou se é apenas a vida com a sua montanha-russa de emoções e, por sentir as emoções com tanta intensidade, essa parte mais densa realmente me leva para baixo.

Na verdade, tudo o que eu queria era uma compreensão, por menor que seja. Eu tento ver a vida de maneira poética na maior parte do tempo, mas às vezes esqueço que a poesia também pode rasgar o peito. Vocês também se sentem assim em alguns momentos?

 

Comer, amar, rezar e viajar em 2019

Eu acredito em um monte de coisas. Acredito em energia, simpatias e incenso como proteção. Acredito em um Deus que olha por nós lá em cima. Acredito no universo guiando a gente para fazer nossas escolhas e que nosso pensamento é capaz de atrair o que a gente busca. Acredito que a gente desencarna quando morre e que existe algo além. Acredito em amores de outras vidas, em astrologia e nos orixás também. Entretanto, poucas vezes (com exceção da astrologia) encontrei pessoas com as quais pudesse ter conversas mais profundas sobre esses assuntos perto de mim. Uma das minhas metas em 2019 é encontrá-las.

Li em alguns posts que, segundo a astrologia e a umbanda, 2019 será um ano de colheita. O que você plantou/plantar é o que você vai colher, então é bom olhar atentamente para todas as nossas propostas e a forma como a gente age com os outros e com nós mesmos no dia a dia. Se você não acredita nisso, basta saber que 2018 foi o ano de Xangô, um ano que trouxe verdades à superfície. Dia 07 de janeiro uma verdade explodiu na minha vida que tornou o resto do ano emocionalmente instável. O cenário político também não deixou muito a desejar: vi muitas máscaras caírem de pessoas que juravam não ter nenhum preconceito. Por essas e outras, acredito muito nessas premissas de acordo com os regentes de cada ano.

Inspirada nisso, para 2019, diferentemente dos outros anos, joguei minhas metas numa planilha de planejamento pessoal que meu namorado (virginiano) criou. Esse ano, muito mais do que planejar, me comprometo a tirar tudo do âmbito teórico. Minha maior meta é voltar nessa planilha semanalmente como uma forma de alerta do tipo “olha lá, se você não for atrás disso, as coisas não vão acontecer milagrosamente, tá?” porque tenho uma tendência muito ruim de planejar tudo e deixar pra lá. Não quero chegar no final do ano e pensar que minha vida foi uma grande aleatoriedade como foi em 2018.

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Sei que precisamos abrir mão do controle para termos uma vida mais feliz, mas acho que não é saudável deixar tudo nas mãos do universo. A gente só precisa saber que o universo nos trará opções durante as nossas vidas e que tiraremos ensinamentos das nossas escolhas. Não é para ter medo disso, não existe certo ou errado, existe o que você vai colher depois do que plantar. Talvez abrir mão do controle seja isso: viver em paz com as nossas escolhas. E se sua escolha não fizer o bem que você achava que iria fazer depois, tome como aprendizado e escolha outro caminho. Nós sempre temos essa opção.

Outro lembrete importante: não é porque está difícil que está errado. O Processo é realmente uma coisa lenta, trabalhosa, minuciosa. Se a gente não aprender a passar alguns perrengues durante esse processo com a serenidade de quem acredita que vai conquistar algo importante para sua alma lá na frente, estaremos apenas focando no lado ruim e não vendo o lado bom. Isso aprendi numa conversa com meu namorado que anda bastante cansado e ansioso com as entregas do trabalho dele. Quando fui dizer que ele estava errado de sofrer daquela forma, ele me disse que não era bem assim, que essas partes difíceis fazem parte de um crescimento que a gente não consegue mensurar muito até atingirmos o que queríamos. E não é verdade? Quem me acompanhou na vida real não sabe o sentimento maravilhoso que tive no dia da minha formatura. Mesmo com todos os perrengues e reclamações durante meus anos de faculdade, fechar aquele ciclo foi um dos melhores dias da minha vida. Meu corpo vibrava de felicidade.

Nesse ano, resolvi dar um nome para minha lista de metas: Comer, rezar, amar e viajar”. Quero cozinhar coisas diferentes, agradecer pelas experiências vividas, amar as minhas pessoas como nunca mês e explorar esse mundão (nem que seja na cidade aqui do lado). Tudo é valido <3.

enjoy the ride ~

E vocês, já se planejaram também?

2018…2019

Em todos os blogs que tenho passado, vejo pessoas dizendo como 2018 foi um ano estranho e cheio de altos e baixos. Realmente, se fosse conversar com a Larissa de 2017 sobre tudo o que estava por vir no ano de 2018, provavelmente ela daria uma risada cética e falaria “até parece”.

Em 2018 eu achei que iria fazer mestrado na UFS e acabei fazendo trainee em uma empresa enorme e incrível na minha área. Mudei de cidade, mudei de vida, vivi sozinha pela primeira vez, desbalanceei minha alimentação completamente e ganhei 5 kg, dei umas surtadas em casa, aprendi que gosto das coisas organizadas e cheirosas no seu lugar, me descontrolei com o dinheiro, comprei eletrodomésticos, viajei a trabalho para outras cidades e outro estado, conheci pessoas novas, andei na montanha-russa no hopi hari e não achei que fosse morrer, li 12 livros, comecei a dançar hip hop, voltei a estudar alemão (com uma professora bem rígida), fiquei extremamente introspectiva e me machuquei muito no processo, entrei e larguei a academia mais vezes do que posso lembrar, tive momentos incríveis no meu relacionamento e momentos de muita dor, senti muita saudade…

2018 foi um ano de aprendizado tanto de como devo tratar as pessoas ao meu redor, como devo tratar a mim mesma. Acho que essa balança nunca fica equilibrada, mas a gente deve tentar o máximo viver uma vida com a cabeça o mais leve possível. Segundo as previsões 2019, será um ano complicado e que vai exigir muito de mim no trabalho. Vamos ver!

Faça um desejo

Mudanças

Estou vivendo uma nova fase. Uma fase que começou de verdade ontem, quando cheguei em casa e encontrei uma sala e um quarto vazio, poeira para todo lado e sacos de lixo no canto da parede. Isso porque agora estou morando completamente sozinha. Foi estranho (desesperador) chegar do trabalho ontem e encontrar o nada ocupando os espaços e a bagunça das minhas coisas novas preenchendo espaços que eu não tinha no meu quarto.  Entrei numa crise de choro de doer minha cabeça, liguei para o meu namorado e entre meus soluços disse que queria voltar para Aracaju. Falei para minha melhor amiga aqui em Sorocaba e ela disse que viria no domingo me ajudar a arrumar as coisas. Na aula de alemão, minha professora percebeu que meu rosto não estava dos melhores e cometeu o pior dos erros: perguntou “wie geht es dir? bist du krank?” (como você está? está doente?). Desandei a chorar na frente da sala de uma forma que nem conseguir responder as perguntas eu conseguia. Em nenhum momento, entretanto, me arrependi de ter sido honesta com meus sentimentos publicamente. Tudo o que encontrei foi acolhimento e empatia das pessoas que me cercam.

Foi gostoso perceber que eu estava cercada de pessoas legais e atenciosas.

Eu não sei quanto tempo vai durar até a próxima crise, mas me parece que isso é comum depois que a gente cresce e passa a tomar decisões na nossa vida. É estranho estar tão vulnerável. Tenho vivido uma sucessão de dias intensos e cheios de trabalho e me tornar dona de casa tem me ensinado uma lição nova por dia. Ao invés de olhar esse apartamento e enxergar o vazio, vou começar a enxergá-lo como possibilidades. Possibilidades de decorá-lo e transformá-lo numa casa cheia de amor e com coisas tão minhas.

Agora sim, tudo volta para o lugar certo.

 

Enlouquecendo

Nos últimos meses eu vivi momentos incríveis, cheios de luz, conheci pessoas novas, fui ao parque de diversões, voltei para Aracaju duas vezes desde a última postagem e me senti infinitamente completa. Mas também passei momentos obscuros sozinha. Em que cavei um buraco que fica cada vez mais profundo com o passar do tempo e parece que não tenho me preocupado em amarrar uma corda em volta da minha cintura para ser puxada de volta para cima.

Descubro a cada dia que passa que morar sozinha é andar na corda bamba. Há dias ótimos e dias horríveis. Há dias que sua companhia é a única que precisa e há dias que o menor dos pensamentos já torna o dia completamente insuportável. Eu não sei ser só, mas sigo tentando não enlouquecer com essa porção de horas que enfrento na perspectiva de encontrar apenas a mim mesma.

Tem sido fácil. Tem sido difícil. Acho que na mesma medida, mas às vezes é desproporcional.

Algum dia isso melhora?

Sweet 25

Ano passado, no meu aniversário de 24 anos, eu me encontrava num período estranho, pois estava desconectada de mim e não sabia. Diante de tantas mudanças internas e externas, erros, muita dedicação e resiliência, não tirei um tempo para me dedicar à minha festa de aniversário. Sempre tive minha mãe para me dar esse apoio, mas ano passado ela disse que eu precisava aprender a tocar as coisas sozinha e acabei deixando-as para fazer em cima da hora.

Algo que vocês precisam (ou já devem) saber sobre mim é que eu amo comemorar meu aniversário. Amo o carinho, os abraços e a atenção (leonina aqui rs) diferenciada que as pessoas dão nessa data comemorativa, então nem preciso dizer o quanto me importo com ela (da mesma forma que faço folia no aniversário dos meus amigos e das pessoas que gosto). Deixar para organizar meu aniversário em cima da hora no ano passado foi horrível, mas hoje vejo que nem tanto. Muitas pessoas que eu esperava que fossem e que estavam convivendo intensamente comigo foram para a despedida de uma menina que conhecíamos e isso me deixou arrasada no dia. No entanto, quando vejo as fotos, as pessoas QUE SEMPRE estiveram na minha vida, estavam lá, e algumas que se aproximaram de verdade na época também foram. Hoje eu entendo muito melhor que a vida é assim, que poucas pessoas ficam e te dão o retorno da amizade que você oferece para elas e que está tudo bem.

Tudo isso para dizer que na última sexta-feira, 17, foi meu aniversário e o dia começou um pouco esquisito. Primeiro que ninguém do meu trabalho lembrou que era meu aniversário, nem uma das pessoas mais próximas de mim, mas tentei entender como uma consequência de que 1) tem gente que não liga tanto e 2) tínhamos uma reunião importante com o nosso gerente geral no mesmo dia, mas mesmo assim isso me deixou mais abalada do que gostaria. Até que o jogo começou a virar e recebi muitas mensagens no whatsapp de vários amigos de Aracaju e da vida, até da minha amiga que trabalha aqui e está de férias, e foi uma folia muito gostosa. Meu namorado me enviou uma cesta de café-da-manhã para o meu trabalho tão rosa que dava para ver até na lua e que me fez chorar com tanto amor. Também fez um vídeo lindo para mim de aniversário que já assisti umas 30 vezes desde que ele me enviou. Nem preciso dizer que me senti completa com essa dedicação, né?

Ontem resolvi reunir o pessoal que trabalha comigo em um barzinho e foi muito mais gostoso do que imaginava. Pensei que ia dar uma flopada, mas as pessoas que tiraram um tempo para me conhecer melhor durante esses quatro meses foram me prestigiar com muita alegria. Ganhei chocolates, ganhei uma conta paga basicamente por eles, muitas risadas, fotos polaroid, uma sobremesa para colocar as velas que eu tinha levado e muito carinho. Foi incrível. Muito melhor do que o esperado.

bday

Aprendi com isso tudo que às vezes a gente precisa encarar as coisas com mais leveza porque o universo dá em retorno aquilo que a gente precisa e que ele nunca vai deixar a gente desamparado se quisermos muito alguma coisa. Meu desejo de um aniversário feliz foi realizado. Obrigada!

niver

ps: não posso deixar de dizer que no dia 16, a família da menina que mora comigo veio aqui e saímos para jantar juntos. Uma coisa bem íntima e em família que o universo foi bondoso e me deu.